Durante muito tempo o elefante-da-floresta foi tratado como uma subespécie do elefante-da-savana. Hoje é reconhecido como espécie distinta, com corpo menor, orelhas mais arredondadas e presas mais retas, voltadas para baixo — formato que facilita o deslocamento entre a vegetação densa. Trabalhos com métodos genéticos reforçaram essa separação.
Ele vive em florestas fechadas, onde é muito mais difícil de observar e de contar do que seu parente da savana. Consome grande quantidade de frutos e dispersa sementes de árvores de grande porte, muitas das quais dependem quase exclusivamente dele. Por isso a espécie é frequentemente descrita como peça estrutural da floresta tropical africana.
A reprodução é lenta mesmo para padrões de elefante, com intervalos longos entre nascimentos. Isso significa que populações reduzidas pela caça levam décadas para se recompor, mesmo quando a pressão diminui. A soma de reprodução lenta, hábitat encolhendo e caça persistente explica a classificação mais grave que a do elefante-da-savana.